O jeito mais comum de escrever um site é pegar o site do concorrente e trocar o nome. O resultado é previsível: todo mundo do mesmo ramo fala igual, e ninguém parece com o próprio negócio.
Só que a maioria dos donos de negócio já explica o que faz, todo dia, em vídeo. O conteúdo existe; só não está escrito.
O que foi feito
- Baixamos os vídeos públicos do perfil de cada negócio.
- Transcrevemos com IA, rodando no nosso computador, com um modelo de reconhecimento de fala em português.
- Separamos por tema: que dúvidas aparecem, que exemplos a pessoa usa, que frases se repetem.
- Marcamos alertas: frases que não podem ir para o site (promessa de resultado em advocacia, por exemplo).
- Escrevemos o site a partir disso, conferindo cada afirmação com o que foi dito.
O melhor texto de um site muitas vezes já foi falado pelo dono, só nunca foi escrito.
O que isso mudou
- Nenhum texto copiado de concorrente. Sites de referência servem só para ver a ordem dos assuntos.
- Cada site ficou com a cara do negócio, com os exemplos e o jeito de falar de quem atende.
- Perguntas frequentes reais, tiradas do que as pessoas perguntam nos comentários e nos vídeos, que são também o que se pesquisa no Google e nas IAs.